sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O deputado federal Henrique Alves (PMDB-RN), faz outra farra com dinheiro público, privilegiando uma patota de parentes, amigos, enteados e mancebos. Se o Brasil fosse um País sério, no mínimo, esse parlamentar do Rio Grande do Norte, seria preso sob a lei de crime hediondo e, também, por ser um dos maiores estelionatários do Congresso Nacional, em Brasília-DF. Infelizmente, ele vai continuar e sem ser incomodado, debochando e superestimando a burrice do povo do Estado norte-rio-grandense

Depois de viajar num avião da Força Aérea Brasileira (FAB), para assistir jogos da Copa das Confederações, no Maracanã (Rio de Janeiro), levando uma patota de parentes, amigos, enteados e mancebos, o deputado federal Henrique Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara dos deputados, faz mais uma viagem com gastos extravagantes, desta vez, para Nova York, com tudo pago pelo contribuinte, através da carga tributária mais alta do planeta. O parlamentar levou em sua companhia o também, deputado federal, Fábio Faria (PSD-RN), outro perdulário e torrador do dinheiro público. Henrique Alves continua debochando e superestimando a burrice do povo do Estado norte-rio-grandense. A desfaçatez mostrada pelo deputado, é mais uma bofetada na cara dos potiguares. Ele, que faz na vida pública o que faz na privada, considera absolutamente normal a prática de mordomia e sem-vergonhice com recursos públicos. Num País sério, Henrique Alves seria preso sob a lei de crime hediondo e por ser um dos maiores estelionatários do Congresso Nacional, em Brasília-DF. Você ouvindo o discurso de Henrique Alves, verdadeiro gigolô do dinheiro público, sente náuseas, repugnância, nojo, bate a ânsia de vômito. Farrear, fazer piquenique, convescote, orgia, bacanal, devassidão a custa do erário, são antigos e nefastos costumes de Henrique Alves. Aliás, todo mundo já sabe disso, até quem vai nascer amanhã. Em tempo: estamos no Rio Grande do Norte, diante de uma "malta" de políticos bandidos, marginais. As casas legislativas (câmara, assembléia) e, também, as prefeituras municipais, parecem mais um covil, alojamento de malfeitores, criminosos, facínoras, ladrões e dilapidadores do patrimônio do povo. Ou "eu", Antonio Bezerra de Moura, aprendiz de jornalista, pobre mortal, estou errado?

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