domingo, 21 de julho de 2013

Os R$ 100 mil levados do assessor do deputado federal Henrique "Mala" Alves (PMDB-RN) em um suposto assalto eram destinados ao também, deputado federal João Maia (PR-RN). O verdadeiro câncer da safadeza na política do Estado do Rio Grande do Norte está personificado em Henrique "Mala" Alves e João Maia - dentre tantos outros patifes - que vivem a chafurdar-se na deslavada corrupção. E o povo continua cavalo pangaré

Os deputados federais do Estado do Rio Grande do Norte, Henrique "Mala" Alves (PMDB) e João Maia (PR), vivem a chafurdar-se na deslavada corrupção e safadeza política. As peripécias protagonizadas pelos dois parlamentares norte-rio-grandenses têm se tornado uma coisa asquerosa, nojenta, escabrosa, espalhafatosa, nauseabunda. Mas, dizem alguns dos analistas políticos que eles não são corruptos. É porque mesmo essa é a natureza deles  (João Maia e Henrique "Mala" Alves). A mais nova estratagema desses cretinos da política potiguar, seria trágica se não fosse burlesca ou cômica: os R$ 100 mil que estavam em uma mala (maleta) e foram levados em um suposto assalto ao assessor do deputado federal Henrique "Mala" Alves em Brasília-DF, eram destinados ao também, deputado federal João Maia. Ao ler essa notícia em um dos jornais de circulação no Rio Grande do Norte, me fez rir aos borbotões. O câncer das maracutaias políticas no Estado norte-rio-grandense está personificado - dentre outros patifes da política - em Henrique "Mala" Alves e João Maia. Os atos de vandalismo dos dois igualam-se ou até superam-se aos vândalos vistos nas ruas, e que durante as manifestações destroem o patrimônio público. Ambos, já participaram de tudo quanto é esquema absurdo patrocinado com dinheiro do povo. Para saber, basta acessar os devidos prontuários, sempre marcados pela etiqueta da imoralidade. Henrique "Mala" Alves e João Maia continuam ocupando gabinetes de luxo em Brasília-DF, zombando da Constituição Federal e da cara do povo, votando e fazendo leis. Esses cara-de-pau, cínicos, ícones da imprestabilidade, da sacanagem e da fanfarronice com o dinheiro público vão se eleger de novo. Ninguém duvide. Em tempo: e o povo é cavalo pangaré.

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