segunda-feira, 8 de abril de 2013

Apontada como prioridade pelos gestores públicos do Estado do Rio Grande do Norte, a área de saúde continua na emergência, na UTI, no porão. Nos hospitais públicos o quadro é de medo, angústia e sofrimento. Muitos pacientes vão do inferno ao céu antes de morrer. Ou eu, Antonio Bezerra de Moura, aprendiz de jornalista, pobre mortal, estou errado?

Hoje, nos hospitais públicos do Estado do Rio Grande do Norte, a espera por uma cirurgia, um exame e até, uma consulta é longa e angustiante, podendo chegar a meses. O quadro dentro das unidades de saúde é de medo, aflição, tristeza e sofrimento. Os sentimentos se misturam. Muitos pacientes vão do inferno ao céu antes de morrer. E assim continua nosso Rio Grande do Norte, sem rumo, sem prumo, sem dono, sem nada. Entregue ao léu. Apontada com prioridade pelos gestores públicos, a área de saúde está na emergência, na UTI, no porão, e por aí vai... Me respondam onde saúde é direito de todos? Hein? O povo pobre e humilde padece de uma forma que jamais se viu ou se supôs. Tem que enfrentar com oração e a proteção divina a enchente de dificuldades por que passa. Apela-se para quem, para o novo Papa? Cadê a governadora Rosalba Rosado (DEM)? E respondo de pronto: anda com um monte de áulicos, assessores, secretários, assistentes, parlamentares e bajuladores. Só promessas, embromação, enrolação, engabelação e mentira. Esqueçam o que ela prometeu em Upanema-RN. Nem precisa pedir. Será esquecido mesmo. Nas últimas décadas o controle do Rio Grande do Norte tem sido de bandidos disfarçados de políticos. Profundamente lamentável. 

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