terça-feira, 12 de março de 2013

A mercantilização religiosa é um fato incontestável em tudo quanto é cidade no Brasil. Eu, Antonio Bezerra de Moura, vou inventar uma religião para ganhar dinheiro. Não pagarei impostos e os fiéis terão que me dar 10% do que ganham por mês. Este País de dimensão continental é o paraíso para quem tem espírito enganador, ladrão, trapaceiro

O dízimo é bíblico, tudo bem, vamos aceitar o argumento. Agora, tem espertalhão dirigente de religião que usa a contribuição dos fiéis das mais variadas e condenáveis formas, inclusive para enriquecimento pessoal e formação de vasto patrimônio, até mesmo na compra de carros luxuosos e mansões. Tudo com o suado dinheiro dos incautos, otários. É muito antiga essa prática de embusteiros e falsários usando o nome do Senhor para ganhar dinheiro. Esses bandidos vendem religião. A Polícia Federal, deveria intervir nos assuntos religiosos, pois a cada dia que passa os fiéis são mais lesados por pessoas de má índole que se dizem "homens de Deus". Isso é crime, que num País sério, os lobos de almas emporcalhadas, secretários do capeta, seriam punidos com penas pesadíssimas. Agora, trouxas mesmo, são os manés que dão a grana para os malas. Aliás, eu, Antonio Bezerra de Moura, vou aproveitar que há muitas pessoas ignorantes, que tem muitos problemas na vida e precisam da muleta (da religião), e vou inventar uma crença para ajudá-los. Inventarei uma estória que convence bobo. Sem o direito de pensar eles serão explorados por mim o resto da vida. Não pagarei impostos. Os fiéis terão que me dar 10% do que ganham por mês. Aqui, já está comprovado que é o paraíso para quem tem espírito enganador, ladrão, trapaceiro. A mercantilização religiosa é um fato incontestável por tudo quanto é cidade no Brasil. Tem religião que cobra reza, oração aos mortos. As religiões sem exceção são fontes inesgotáveis de dinheiro para dirigentes mau-caráter, pilantras, vigaristas. Ainda dizem que daqui a algum tempo virar a besta fera, que fará grandes milagres e milhões de pessoas seguirão a besta. Como eu acredito em Deus e creio que seja verdade, até lá  eu espero já estar morto. Se padres e pastores acreditassem em Deus - salvo raríssimas exceções - não fariam a ruindade que fazem com os fiéis religiosos.

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