quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A população do Rio Grande do Norte não confia nos órgãos de Segurança Pública, principalmente na polícia. Vivemos num Estado onde as pessoas não têm seus direitos assegurados e sequer acesso à serviços básicos, tendo que para garantir isso, recorrer a judicialização, o que é lamentável sob todos os aspectos, sob todos os ângulos

A imagem dos aparelhos de segurança pública do Rio Grande do Norte é uma calamidade, ou seja, negativa, contradizendo as expectativas dos cidadãos. O abismo entre as pessoas e quem deveria garantir a segurança e a tranquilidade não tem dimensão. A omissão e a irresponsabilidade na falta do combate a criminalidade, a marginalidade e a violência é dos governos e de todos os tempos. A população do Estado tem partido para o enclausuramento, diante da sensação de insegurança aterrorizante. Em Upanema-RN, por exemplo, a média é de um policial para cada 3 mil habitantes, embora a recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), seja de um para 250 habitantes. Cadê a governadora Rosalba Ciarline Rosado (DEM), que não investe em políticas públicas de segurança que sejam capazes de reduzir a sensação de medo da população? Será que ela necessita de mais tempo para analisar a situação catastrófica vivenciada no território norte-rio-grandense? Infelizmente, lamentavelmente, desgraçadamente, vivemos num Estado que gera uma sociabilidade violenta, e onde as pessoas não têm seus direitos assegurados. Imagine, uma cidade, em que muitas vezes o cidadão e a cidadã precisa recorrer à judicialização para conseguir um veículo para transportar um doente, conseguir um medicamento, um exame, uma cirurgia de urgência, entre outros. O poder público só não alega ausência de recursos para patrocinar festas, carnaval, convescote, piquenique, orgia, bacanal e o escambal, desperdiçando dinheiro público, em detrimento da miséria do povo. Ou "eu", Antonio Bezerra, aprendiz de jornalista e simples mortal, estou errado?

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