terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Diretor-geral do DNOCS, ex-deputado Elias Fernandes, afilhado político do deputado federal Henrique Alves (PMDB-RN) está envolvido num esquema criminoso de ladroagem do dinheiro público

Um tsunami de roubalheira do dinheiro público toma de conta do Brasil. Só "Deus", para acabar com a corja de bandidos travestidos de políticos. Estamos vivendo o momento onde o errado é certo, e onde o certo é errado. Os políticos do Estado do Rio Grande do Norte não passam incólume a roubalheira institucional, a impunidade e ao verdadeiro culto à ladroagem oficial. Vejam senhoras e senhores, blogonautas e internautas: o diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), ex-deputado Elias Fernandes, que é do Rio Grande do Norte, está sendo apontado pela Controladoria Geral da União (CGU), pelo desvio de R$ 312 milhões da autarquia federal. Dinheiro que os políticos trampolineiros, descaradamente, dizem ser do povo (deles). Um assalto sem dimensão ao erário. O peemedebista Elias Fernandes, foi indicado para a direção do órgão pelo deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que tem feito de tudo para não entregar a chave do cofre do DNOCS - um poço sem fundo - mesmo diante da comprovação de tamanha roubalheira. Elias Fernandes, e outros mancebos ligados ao palácio do Planalto, surrupiaram fraudulentamente uma cachoeira de dinheiro dos cofres públicos. A auditoria especial da CGU, comprova que o rombo no DNOCS, foi uma ação criminosa de compadrio e conluio entre amigos para encherem os bolsos de dinheiro. Em tempo: os políticos - com as exceções de sempre - não deveriam ser aceito nem pelas igrejas, como é o caso do deputado federal Henrique Eduardo Alves, protetor e defensor de ladrão que saqueia os cofres da União.

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