sexta-feira, 8 de julho de 2011

Deputado Federal do Rio Grande do Norte, João Maia (PR-Partido das Ratazanas), defende o larápio ex-ministro dos transportes, Alfredo Nascimento

O deputado federal do Rio Grande do Norte, João Maia (PR-Partido das Ratazanas), defende veementemente, o quadrilheiro e agora ex-ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, de uma série de denuncias de corrupção e ladroagem do dinheiro público da Nação. João Mala Maia, assinala em nota a imprensa que, o quadrilheiro Alfredo Nascimento, recuperou todas as estradas federais do Estado potiguar, destacando a BR-110, ligando Mossoró/Upanema/Campo Grande. Esse mentiroso João Mala Maia, infelizmente, lamentavelmente, desgraçadamente, fez com que nas eleições de 2010, parcela da população do município viesse a acreditar em Papai Noel, Mula Sem Cabeça, Saci Pererê, Cegonha e Caipora. Prometeu de forma descarada e desavergonhada o inicio da pavimentação asfáltica da BR-110. João Mala Maia e sua trupe de enganadores da boa-fé do povo de Upanema-RN, deveriam estar na cadeia pelo crime que cometeram. Mas, isso só ocorreria se nessa merda deste País - chamado Brasil - tivesse justiça. Uma perguntinha só: como é que João Mala Maia, e sua gangue defende o ex-ministro Alfredo Nascimento, que fez mil estripulias no Ministério dos Transportes, e comandava uma quadrilha de ladrões que roubou milhões de reais dos cofres públicos da União, utilizando-se dos meios mais escusos e absurdos? Aliás, aqui no Rio Grande do Norte, João Mala Maia, é protetor de um sobrinho, por nome de Gleidson Maia, ex-diretor do DNIT, e que foi preso com a mão na botija, surrupiando dinheiro público. Isso sem falar no irmão Agaciel Maia, que promoveu todo tipo de falcatrua e bandalheira no senado federal. Se esses "Maia" fossem pobres eram chamado de família de ladrões. Ou eu estou errado? Em tempo: se eu fosse Dilma Rousseff, chamava o deputado João Mala Maia, para ser o ministro dos transportes e o sobrinho Gleidson Maia, para ser o diretor geral do DNIT. Aí o Brasil desceria para as profundas dos infernos, e ficaria igual a Grécia, Portugal e Espanha: mais quebrado do que arroz de terceira.

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