domingo, 22 de maio de 2011

Professora "Amanda Gurgel", Rio Grande do Norte/Brasil, sintetiza as angústias, frustrações e decepções dos educadores da rede pública de ensino

O discurso da professora "Amanda Gurgel", durante uma audiência pública na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte, ganhou repercussão Nacional. A fala da educadora foi carregada de verdade e de coragem, ocasião, em que sintetizou as angústias, frustrações, decepções, indignações e sofrimento dos professores da rede pública de ensino. Ficou claro, na linguagem da professora "Amanda Gurgel", que no Estado potiguar, a categoria profissional ao longo dos anos vem sendo massacrada, humilhada, maltratada, oprimida e aviltada em seus direitos, isso, por todos os gestores públicos - sem exceção - que estiveram administrando o Rio Grande do Norte. Mais ainda: o discurso de "Amanda Gurgel" foi feito sob o olhar fulminante - como se ela estivesse na cova dos leões - de uma cambada de políticos (deputados estaduais) com o trazeiro sentado no ar condicionado, tramando o desvio de dinheiro do povo e jogando uma cor partidária para aparecer em época de eleição. Se depender desses politiqueiros que estão abrigados na inútil e cara Assembléia Legislativa, a educação continuará sendo jogada as traças e ao descaso. A professora "Amanda Gurgel", por ter falado a verdade de uma realidade pura, nua e crua, que vive a educação, hoje está sendo considerada uma heroína, mas, amanhã, todos voltam as suas próprias vidas normais. Em tempo: muitos professores no Rio Grande do Norte estão sendo obrigados a deixar o magistério e procurar outra atividade de renda para não morrer de fome. Poucos querem essa vida de sacrifícios. Chegamos num ponto que não dá mais para aguentar tanta hipocrisia politiqueira de pessoas inescrupulosas, corruptas e infame, travestidas em terno, gravata, paletó e colarinho branco, que mamam nas tetas do governo, e não querem cabeças pensantes em sala de aula. As oligarquias do Rio Grande do Norte, famílias Maia, Alves e Rosado, que só não receberam ainda homenagens com os nomes em cemitério e necrotério, também, são responsáveis por esse descalabro e mazelas nesse Estado do "faz de conta", de aparências e fantasias. Ou "Eu" estou errado?

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