sábado, 6 de novembro de 2010

Quadrilha de ladrões apadrinhada pelo deputado federal João Maia (PR-RN) usa o DNIT no Estado para roubar dinheiro dos cofres públicos

O Estado do Rio Grande do Norte está se desmanchando em corrupção. Depois da tempestade de escândalos no governo da professora Wilma de Faria (PSB-RN), agora, é a vez do deputado federal João Maia (PR-RN), sair pelo esgoto. Os indicados pelo parlamentar norte-rio-grandense para a superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT), Fernando Rocha, e para a diretoria regional do órgão no Estado, Gledson Maia - este último sobrinho do deputado federal - estavam operando um esquema de corrupção (ladroagem), dentro do DNIT. Pelos primeiros levantamentos da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria Geral da União, o roubo do dinheiro público ultrapassa a cifra de mais de R$ 2 milhões. É muita sede ao pote. A rapinagem ardilosa e fraudulenta do grande valor monetário ocorreu por meio de superfaturamento de obras, fraudes em licitações, pagamentos indevidos na suposta execução de serviços, e outras patifarias. Os dois - Fernando Rocha e Gledson Maia - foram enjaulados pela Polícia Federal na última quinta-feira. Aliás, Gledson Maia, estava sendo cotado para assumir o Departamento de Estradas e Rodagens (DER-RN), indicação do titio deputado federal João Maia. Aqui no Rio Grande do Norte é assim: tem os que roubam; tem os que acobertam o roubo; tem os que protejem os ladrões, e aqueles que não manda punir os ladrões do dinheiro público. Se fosse na China ou em alguns Países do oriente, esses ladrões seriam julgados por um tribunal público, e teriam suas mãos cortadas ou seriam sumariamente enforcados. O dinheiro roubado por esses vermes é o mesmo que causa a morte diariamente de dezenas de pessoas no Estado do Rio Grande do Norte, por falta de medicamentos; por falta da realização de uma cirurgia; por falta de um internamento; por falta de um Raio X; por falta de um exame de saúde qualquer; por falta de uma ambulância; por falta de uma assistência médica condizente. Isso e muito mais é o que tem gerado a "lista da morte", nos hospitais públicos do Estado. É o povo pobre pagando a roubalheira do dinheiro público - pelos gatunos - com a própria vida.

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