quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A história da eleição para a presidência da Câmara Municipal de Upanema-RN, quase sempre rende roteiro para novela ou romance policial.

Nos últimos anos a Câmara Municipal de Upanema-RN, vem rendendo roteiro para romance policial diante do festival de negociatas escandalosas e acordos absurdos e espúrios na eleição para presidência do legislativo upanemense. Um mal exemplo para a sociedade e um prêmio para criminalidade, a marginalidade e a violência, promovido com o dinheiro público. O que tem ocorrido na eleição para mesa diretora do legislativo local, é coisa do submundo do crime. Os presidentes que já comandaram a chamada "gaiola de ouro" - pouquíssimas exceções - usaram todos os meios escusos para alcançar o poder. Todo upanemense sabe disso. Aliás, a maioria dos vereadores de ontem e de hoje são mau-caráter, não merecendo o respeito de ninguém, exatamente, porque já protagonizaram e tramaram planos delituosos, como da mesma forma, planejaram ardilosamente um jeito de arranjar dinheiro público praticando todo tipo de pilantragem. Culpa de quem? Do povo que se vende em grande escala nas eleições, e vota em seus próprios inimigos. Por sinal, quem vende voto pratica crime, e quem compra pratica crime duplo: é duas vezes bandido. Em tempo: em Upanema-RN, nunca apareceu um vereador com coragem para acabar com esse negócio imoral, que se chama reeleição de presidente da Câmara Municipal. Mas, não só isso, como também, o voto secreto, que é outra safadeza, onde existe todo tipo de bandalheira e trapaça. Tomara que o próximo presidente encaminhe o fim dessas duas semvergonhices da política local. Não fazendo assim, começa mal. A história deve ser construída por bons caminhos.

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